O meu mundo de sonho...
é um mundo infinito, aonde moram os meus sentimentos,
as minhas memórias, as minhas ilusões, as minhas recordações de alguns momentos ou determinados lugares,
as minhas desilusões, e também todos os meus sonhos!
E como sabem, os sonhos comandam a nossa Vida,
dão asas à nossa imaginação, e nos transportam
para além da nossa alma!
Sejam BEM VINDOS a este meu pequeno espaço e atrevam-se a sonhar comigo em "O meu mundo de sonho..." :)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ser Polícia



Ser polícia e muito mais que fazer um curso e no seu final prestar juramento sob a bandeira nacional.
Ser policia é muito mais que usar uma farda e um crachá.
Ser polícia é muito mais que tudo isso…

Ser polícia é saber que sai de casa mas desconhecer se regressa.
Ser polícia é quem em nome da segurança pública enfrenta tudo.
Ser polícia é enfrentar o perigo todos os dias e nunca desistir .
Ser polícia é olhar a morte de frente todos os dias e continuar.
Ser polícia é saber que o perigo sempre o espreita mas que não o teme
Ser polícia é ter sangue frio nas situações mais criticas
Ser polícia é ser rápido nas decisões e determinado nas acções
Ser polícia é ter noção que uma vida pode depender dele
Ser polícia é confortar as vitimas nos momentos de aflição
Ser polícia é dar esperança quando ela quase já não existe
Ser polícia é quem dá a mão por vezes a alguém no ultimo momento de vida
Ser polícia é dar o peito às balas quando todos os outros fogem
Ser polícia é enfrentar de frente todo o tipo de criminosos
Ser polícia é por vezes dar a própria vida para salvar outras vidas
Ser polícia é sempre dar o máximo em tudo aquilo que faz
Ser polícia é saber que vai cumprir uma missão mas não sabe se regressará
Ser polícia é proteger pessoas e bens, mesmo que no fim recebam ingratidão.

Um polícia não pretende recompensas, deseja apenas ser reconhecido pelo que faz
para ele um sorriso que seja sincero, já é o bastante para se sentir recompensado!
Um polícia pode ser considerado mesmo um anjo da guarda,
ele não possui asas para voar, mas se for preciso “voa” para nos salvar.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Mudanças ao longo da vida



Normalmente é no fim de cada ano, que todos fazem uma retrospectiva do ano que passou, e perspectivam uma antevisão do novo ano que se aproxima.
Fazem mesmo uma lista de objectivos a atingir no ano que se inicia. Até eu mesma já fiz essa lista admito, mas a muito tempo que decidi deixar-me disso.

Em vez disso, mais uma vez fui diferente e resolvi ir fazendo pequenas mudanças na minha vida ao longo do tempo e dos meus dias. E hoje eu sei que foi decididamente o melhor que eu fiz na minha vida.
E vou continuar a seguir essa minha decisão, continuarei com as minhas pequenas mudanças sempre que necessário, mas jamais deixarei de lado os meus desejos , os meus sonhos e principalmente o meu caracter, a minha frontalidade, os meus sentimentos e emoções.

Continuarei a dar o devido valor apenas a quem realmente for digno disso e o merecer. Nem todos merecem que gastemos o nosso precioso tempo com eles, pois apenas se aproximam de nós por interesse, pois pretendem saber da nossa vida para depois tentar sabota-la.
O meu coração?podem ter a certeza que apenas será entregue a quem provar merece-lo...ele é demasiado valioso para ser entregue a qualquer um. Mas a quem me provar merece-lo, eu o oferecerei de livre e expontânea vontade, sem medos ou temores.

Um tempo houve em que pensava que aquilo que os outros pensavam de mim era importante. Mas hoje?como já li por ai em qualquer lado, eu afirmo: hoje eu não penso, hoje eu dispenso.
Também cheguei à conclusão que o melhor mesmo, e tratar os outros da mesma forma com que me tratarem. Isto de ser simpático com quem não simpatizo e que até é antipático comigo, já acabou, não é falta de educação mas sim carácter e frontalidade.
E já agora, ser segunda opção ??não obrigada...com toda a certeza que quem me tratar como segunda opção, jamais será uma prioridade para mim.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Ao longo das nossas vidas


 Ao longo das nossas vidas, encontramos muitas pessoas que gostam de nós, que fazem tudo para nos deixar felizes e que tornam a nossa vida e o nosso dia a dia mais colorido e mais alegre.
Mas também existem pessoas que nos julgam mesmo sem nos conhecermos, que nos detestam, que não gostam de nós e que tudo fazem para nos irritar, para nos ofender, e para nos deitar abaixo.
 
Mas o que essas pessoas desconhecem, é que por vezes de tanto nos quererem deitar abaixo, acabam por conseguir o inverso.
Acabam por conseguir que a gente descubra a coragem que pensava não ter e as forças que desconhecíamos possuir(aconteceu comigo).
Pois é, afinal aqueles que pelas mais variadas razões não gostam de nós, nos odeiam, e não nos suportam , são afinal aqueles que mais contribuem para desenvolvermos o nosso eu mais corajoso, mais forte e mais conseguido. 
 
Em vez de lhes respondermos na mesma moeda, temos mesmo é que lhes agradecer, por fazerem despertar em nós o que nos torna ainda mais capaz de enfrentarmos todas as tempestades.
Pois é meus amigos, como tantas vezes já disse e repito, nada acontece por acaso, tudo tem uma razão de ser, nós por vezes é que demoramos a descobrir essa mesma razão.
 
Tal como ha tempos atrás eu dava tanto valor ao pensamento e ás opiniões dos outros, hoje eu não valorizo nada.
O que eu hoje valorizo muito mais é a minha vida, os meus valores e princípios, dos quais eu nunca abrirei mão.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Rapaz foi vítima de agressões violentas por parte de um grupo de jovens em Almada



Nesta quinta-feira (5 de Janeiro), foi publicado nas redes sociais um vídeo chocante que mostra um grupo de jovens em Almada a agredir um rapaz de forma brutal com pontapés e socos na cabeça. A par com as imagens das agressões, ainda é possível ouvir outros jovens a encorajar a continuidade da violência que está ser praticada. Enquanto isso, a vítima permanece sempre deitada, sem se conseguir defender. Um dos jovens do grupo de agressores filmou toda a situação, dando origem ao vídeo que foi então publicado nas redes sociais.

As imagens só esta quinta-feira se tornaram públicas, mas o caso remonta a Novembro de 2016, altura em que a mãe da vitima apresentou queixa na Polícia de Segurança Pública (PSP), que foi posteriormente encaminhada para o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), conforme adiantou o Jornal de Noticias. Ainda no início de Novembro, e depois da participação da mãe da vitima, o Ministério Público (MP) instaurou um inquérito por #agressões sofridas por um jovem de 15 anos, em Almada. Na altura em que tudo aconteceu, a PSP não foi chamada ao local aonde ocorreram as agressões e apenas tomou conhecimento através da participação feita pela mãe da vitima.

Todos os envolvidos, inclusive a vítima, são menores, com idades que rondam os 16 anos, e estudam na Escola Secundária Emídio Navarro, em Almada. Quatro dos supostos agressores foram já identificados e ouvidos pela PSP.

Mais uma vez se confirma que a violência entre esta faixa etária aumenta, se adensa e agrava. Algo é necessário ser feito, e os jovens em questão devem mesmo ser responsabilizados e punidos.
O que fizeram foi crime, pode ser considerado tentativa de homicídio, já para não falar daqueles que incentivaram a violência e do que filmou tudo. Os que não participaram directamente nas agressões, participaram de forma indirecta e, mais grave ainda, testemunharam tudo e nada fizeram para acabar com as agressões, limitando-se a ver um rapaz, sem possibilidades de se defender, a ser socado e pontapeado por um grupo de jovens.

http://pt.blastingnews.com/opiniao/2017/01/rapaz-foi-vitima-de-agressoes-violentas-por-parte-de-um-grupo-de-jovens-em-almada-001372957.html


Estado indemniza filho de homem morto acidentalmente por um militar da GNR



No dia 6 de fevereiro de 2006 ocorreu a morte de um jovem de 19 anos em Santo António da Charneca, no Barreiro. Tudo aconteceu no momento em que uma patrulha da Guarda Nacional Republicana (GNR) se deparou com um motociclo estacionado próximo a um café. Chamou a atenção dos militares o facto da matrícula estar virada e o canhão de ignição apresentar sinais evidentes de ter sido forçado.
Após averiguarem no local, os profissionais a GNR apuraram que o motociclo tinha sido furtado por Paulo Duque e por um amigo, pelo que esses jovens foram abordados pelos militares imediatamente depois de saírem do café onde se encontravam.
Logo de seguida aconteceu uma troca de palavras entre os militares, Paulo e o amigo. Posteriormente acabaram mesmo por insultar e ameaçar os guardas da GNR. Seguidamente fugiram às autoridades e dirigiram-se para uma zona de mato sem iluminação, tendo de imediato sido perseguidos pela Polícia.
Durante a perseguição, um dos militares da GNR, como já tinha sido alertado para o facto de os jovens fugitivos andarem armados, pegou na sua pistola de 9 mm e deixou-a pronta a disparar. No entanto, carregou acidentalmente no gatilho e acabou por atingir Paulo Duque no abdómen. O homem atingido viria a falecer.
Entretanto, já passaram 11 anos desde que Paulo Duque foi morto acidentalmente por um militar da GNR. Mas o Estado português foi agora condenado a pagar uma indemnização de 100 mil euros ao filho da vítima, que na altura em que tudo aconteceu tinha apenas cinco meses.
O Estado alegava que o militar da GNR deveria ser condenado, pois a sua conduta foi "indesculpável", mas entretanto os juízes consideraram que não se tratou de um ato de "negligência grosseira".
A decisão foi agora tomada pelo Tribunal Central Administrativo (TCA) do Sul. Segundo o que o Correio da Manhã adiantou na sua edição de ontem (9 de janeiro), ficou decidido retirar 50 mil euros ao valor fixado na primeira instância. O militar que baleou o jovem ficou ilibado de pagar qualquer indemnização.
Apesar de diferente, este caso é de certo modo similar a outro, que infelizmente não teve o mesmo desfecho para o militar da GNR envolvido. E nesse caso em questão havia uma agravante, pois o menor de 13 anos, que sem ninguém imaginar, ia no interior de uma viatura perseguida pela GNR e que de forma acidental foi atingida mortalmente por esse militar, tinha sido levado pelo próprio pai para um assalto. O militar envolvido nesse caso específico tem o nome de Hugo Ernano e já toda a gente sabe a luta que ele tem travado em procura de Justiça desde 2008. Justiça essa que entretanto lhe foi sistematicamente recusada pelos tribunais portugueses.

http://pt.blastingnews.com/opiniao/2017/01/estado-indemniza-filho-de-homem-morto-acidentalmente-por-um-militar-da-gnr-001382483.html 


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Não existem "Robocops"



Todos os profissionais de Policia têm um lado humano, muitas vezes sacrificado em nome do sucesso de dinâmicas policiais que frequentemente favorecem o seu esquecimento, pois eles próprios, muitas vezes têm de agir como se fossem ‘Robocops’!

Os policias são humanos como todos nós, a farda que vestem tornam-nos policias mas não o despem dessa condição essencial , e o seu caracter, personalidade e profissionalismo, é que o vai definir como policia, e o seu lado humano é que fará toda a diferença no seu dia a dia e durante o desempenho da sua profissão!

E é esse mesmo lado humano que muita gente desconhece num polícia!
O lado humano é aquele que permite agir com o coração, com a razão e com o bom senso, tantas vezes muito útil em situações de maior melindre social, no dia-a-dia, onde os policias obrigam-se a desempenhar vários papeis; de psicólogo, assistente social e até conselheiro.

Tal como qualquer um de nós, os polícias sentem medo muitas vezes, em muitas acções profissionais, onde a fronteira entre o herói e o vilão depende tantas vezes da mera sorte, mas foram treinados para o enfrentar de frente... tal como nós os policias também choram, também sangram, também lhes dói, mas têm de estar preparados para aguentar a dor...tal como nós eles receiam a morte, mas estão destinados a olhar a morte de frente.

Aliás, eles, os policias, todos os dias, no desempenho das suas funções profissionais, enfrentam muitas situações limite de perigo eminente, onde o espectro da morte paira a cada segundo, pois eles lidam com nichos de sociedade complexos, problemáticos, marginais, etc onde os níveis de perigosidade imponderável aumentam substancialmente .

Quantas vezes um profissional de policia regressa a casa cansado, afectado, desapontado, desiludido?...muitas vezes.
Por isso mesmo o suporte familiar é de extrema importância, para que possa sentir-se reanimado, recuperado, para no dia seguinte poder enfrentar de novo, com um sorriso, uma sociedade cada vez mais exigente, mais problemática e mais complexa.
Família essa que acaba por ser o pilar e a base de sustentação emocional de todos os profissionais de policia, quando a relação com a família é excelente, a base é forte e isso fortalece o homem, o humano, o policia, mas quando a mesma é deficitária, ou não existe, naturalmente os efeitos notam-se logo, a base de sustentação fica em risco, e é quando aparecem as depressões que quando não detectadas e tratadas a tempo podem mesmo terminar de forma abrupta e violenta, como o suicídio, fenómeno esse que infelizmente se encontra em crescendo nas forças  policiais, e a meu ver esse mesmo fenómeno deveria ser analisado e estudado com atenção e urgentemente por quem de direito, para que possam a curto ou médio prazo encontrar soluções para os homens que vestem as fardas (policias)!

Ja ouvi falar de polícias que pagaram as compras a pessoas que não tinham dinheiro para pagar...de policias que salvaram pessoas mesmo estando de folga...de policias que morreram para que outros vivessem... e muita gente ainda tem coragem de dizer que os policias não são humanos???
Se não fossem humanos, não se preocupavam em proteger e defender ... e nem sequer davam o próprio peito ás balas para salvarem pessoas!!

É esse lado humano que lhes dá vida ,força e coragem...pois não é a farda que faz o policia, mas sim o homem que está dentro da farda é que faz o verdadeiro policia...para o bem e para o mal!!
Não há Robocop’s.

“Augusto” e o sonho de ser polícia

 
 
 
“Augusto” em criança era um garoto simples que adorava brincar aos polícias e ladrões, uma brincadeira como tantas outras.Sempre escolhia ser polícia para assim poder proteger e defender os outros, embora de vez em quando tivesse sido também o ladrão, mas sempre que o fazia, não gostava muito.O seu pai era militar do exército, e usava farda, algo que o fascinava também. Muitas vezes pensava que um dia, também ele gostaria de ter uma farda.
 
Cresceu, tornou-se um jovem determinado, e a sua vontade de proteger e defender os outros manteve-se e tornou-se cada vez maior. Foi então, que ele resolveu realizar o seu sonho de criança, ser polícia. Concorreu, foi admitido, fez o curso, tornou-se polícia, e hoje é um agente da PSP.Ele tornou-se num profissional da policia que honra a farda que veste e sente orgulho do crachat que traz ao peito.
 
Mas “Augusto” acabou por descobrir que afinal, a polícia não era bem aquilo que ele sempre idealizara. Na polícia ele descobriu demasiada competição, muitas adversidades e até algumas inimizades. Descobriu que a camaradagem não é assim tão comum, que o espírito de equipa nem sempre existe, por vezes tramam-se mesmo uns aos outros, e que a relação com os superiores nem sempre é a mais fácil. Mas em todas as áreas profissionais existem os aspectos positivos e os negativos, e claro que a policia não é a excepção á regra. Mas mesmo assim, ele nunca desistiu do que mais amava, de ser polícia.
 
Mas como todos os policias, ele também era um ser humano e tinha uma vida pessoal, vivia com uma pessoa que tinha problemas de saúde, e que a dada altura decidiu deixar de viver e terminou com a própria vida dela, “Augusto” vivenciou tudo isso de muito perto, e isso foi algo que o marcou para sempre.
Evidentemente que após um trauma dessa magnitude, qualquer pessoa ficaria desorientada, e sem saber o que fazer, mas “Augusto” apesar de tudo, deu a volta por cima e sobreviveu a essa tragédia, reergueu-se de novo e aguentou-se como um guerreiro. 
 
E tal como ele, muitos outros se calhar travam batalhas pessoais e/ou familiares que ninguém sabe ou conhece, por isso era muito importante que todos tivessem o apoio necessário nas alturas certas, pois certamente evitariam males maiores e talvez não existissem tantos suicídios também! E de relembrar ainda, que os polícias deveriam ser tratados sempre como seres humanos e não como números, pois apesar de serem feitos de carne, realmente muitas vezes(demasiadas) eles são mesmo obrigados a agirem como se fossem de ferro!!
 
(Escrito em 22 de Fevereiro de 2016)